A diretoria de Sustentabilidade da Porto Piauí participou do Workshop sobre o licenciamento ambiental de bioclásticos, realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e com apoio da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP). O evento aconteceu nessa quarta-feira (10) na sede da CNT, em Brasília.
Bioclásticos são fragmentos ou restos esqueléticos de origem biológica (como carapaças, conchas e algas) que foram depósitos de sedimentos ou rochas sedimentares, muito comuns no litoral brasileiro.

Como são materiais ricos em cálcio, magnésio e outros minerais, os bioclásticos são amplamente utilizados como fertilizantes, além de serem úteis para a indústria farmacêutica e cosmética.
Um desses bioclásticos, o lithothamimnium (ou fertilizante marinho) é abundante nas águas oceânicas do Piauí. A Oceana, empresa parceira da Porto Piauí, está preparando a infraestrutura necessária para o desembarque deste fertilizante dentro do complexo portuário de Luís Correia.

Durante o workshop, diversos especialistas discutiram os diversos usos deste tipo de material e os desafios para obtenção do licenciamento ambiental para a exploração.
“Foi uma oportunidade muito importante para discutir alternativas para facilitar o desenvolvimento sustentável deste ativo econômico que vai fazer uma grande diferença na nossa região”, comentou Daniel Guimarães, diretor de sustentabilidade da Porto Piauí.
