A Companhia comprou créditos de carbono gerados por empresa que produz biogás a partir do metano emanando de aterros sanitários.
Em agosto, a Porto Piauí conquistou o certificado de compensação pelo carbono que foi emitido pela Companhia no ano de 2025. Ao todo, 39 toneladas de carbono foram inventariadas, correspondendo ao consumo de energia elétrica da Porto Piauí e o combustível utilizado nos veículos, escopos 1 e 2, e 100% neutralizadas.
A compensação de carbono é um mecanismo ambiental que permite que um empreendimento neutralize a emissão de gases de efeito estufa geradas por suas atividades financiando ações que removem ou evitam uma quantidade equivalente de carbono seja emitida na atmosfera.

A compensação foi feita pela EloVerde, plataforma SaaS B2B que realizou a digitalização do inventário e identificou as oportunidades de redução das emissões, e pela Solvi, empresa que mantém 11 Unidades de Tratamento de Efluentes (UTE) nos estados da Bahia, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul.
A Salví mantém Unidades de Tratamento de Efluentes instaladas em aterros sanitários. Nestas unidades, o gás metano emanado de aterros é capturado, tratado e transformado em biometano, utilizado para gerar energia renovável.
Além disso, o investimento da Porto Piauí é revertido na proteção de áreas de preservação ambiental mantidas pela Solvi e em ações sociais para as comunidades no entorno destes aterros, como a geração de emprego e renda através da economia circular e atividades direcionadas especialmente às crianças.

Os créditos de carbono da Solví se enquadram nos projetos “Non-CO2 Gases”, considerados de alta integridade por serem monitorados em medidores digitais modernos, com registro contínuo e em tempo real dos parâmetros dos gases.
Segundo o diretor de Sustentabilidade da Porto Piauí, Daniel Guimarães, a meta para os próximos anos é expandir o inventário de carbono da Companhia para as operações portuárias, que se iniciaram em 2026, e atividades das empresas parceiras.
“A compensação de emissões de carbono é uma medida moderna e fundamental para que nossas operações sejam realizadas de forma responsável e benéfica para os negócios, por além de ambientalmente responsável, um porto ‘verde’ é um atrativo forte para investidores e clientes”, comentou Daniel Guimarães.